terça-feira, 8 de setembro de 2026

São Cristóvão em 1916

1916: Um ano interessante!

1916: O ANO DA INAUGURAÇÃO DO ESTÁDIO DE FIGUEIRA DE MELO

Foi um ano marcante para o time. O estádio de Figueira de Melo foi inaugurado em um jogo contra o Santos, que terminou empatado em 1 a 1. O que poucos sabem é da ousadia dos diretores do São Cristóvão. O campo foi adquirido em 1915, quando foi "alugado", e, mesmo sem serem os proprietários, os dirigentes construíram um estádio, inaugurado em 1916. Segundo o jornal O Globo, o campo só foi comprado em definitivo em 1922.

Para a festa de inauguração, houve uma grande recepção, com diversos eventos e uma grande celebração, contando com a presença da elite do futebol. Além da partida, foram realizadas uma corrida de 100 metros, uma exibição de esgrima e uma apresentação de luta romana.

Antes do jogo contra o Santos, houve o encontro entre a segunda equipe do São Cristóvão e a primeira equipe do Palmeiras A.C., time que também era da Figueira de Melo. Os Cadetes venceram por 2 a 1. E quem jogava nesse primeiro time do Palmeiras? Nosso grande Cantuária, que também era sócio do clube e atuou pela equipe.

Na segunda equipe do São Cristóvão estavam nomes marcantes do clube que brilhariam mais à frente: o goleiro Carnaval e Luiz Vinhaes, que posteriormente seria o treinador da equipe campeã carioca de 1926.

23/04/1916 – São Cristóvão 1 x 1 Santos

Local: Rua Figueira de Melo, Rio de Janeiro
Competição: Amistoso – inauguração do estádio
Renda: R$ 2.241$000
Público: 6.000
Árbitro: Osny Nerner
Gols: Heitor "Leão" Pinheiro, aos 14 minutos, e Millon, aos 21 minutos do primeiro tempo.

São Cristóvão: Cardoso; Alexandre Moitinho e Rubens Portocarrero; Azevedo, João Cantuária e Lewerett; Pederneiras, Heitor "Leão" Pinheiro, Horácio Salerna, João Rollo e Sylvio Fontes.

Santos: Benedito; Américo e Cícero; Oscar, Pereira e Alcides; Millon, Agostinho Marba, Tedesco, Ary Patusca e Arnaldo Silveira.

Técnico: Urbano Caldeira.

No São Cristóvão dessa época já jogava um dos grandes ídolos do time, que morreria apenas dois anos depois, durante a pandemia que assolou a cidade do Rio de Janeiro: Cantuária.

Nesse ano, aconteceu o primeiro Torneio Início da história, e o São Cristóvão jogou duas vezes. Eliminou o Flamengo no primeiro jogo, mas acabou derrotado pelo Fluminense. Naquele time também já estava presente um jogador que seria campeão carioca pelo clube em 1926, mas como treinador: Vinhaes.

No Campeonato Carioca, o time fez uma péssima campanha, ficando em último lugar. Mas um jogador se destacou: Heitor "Leão", que marcou seis gols. O time venceu três jogos, empatou dois e perdeu sete partidas.

RESULTADOS

03/05 – Fluminense 3 x 3 São Cristóvão
Rua Guanabara
Gols: Celso, Couto e Ernâni (Fluminense); Heitor "Leão" (2) e Salema (São Cristóvão).

14/05 – Botafogo 2 x 1 São Cristóvão
Rua General Severiano
Gols: Teague e Luiz Menezes (Botafogo); Sylvio (São Cristóvão).

16/07 – São Cristóvão 2 x 2 Bangu
Rua Figueira de Melo
Gols: Rollo e João Cantuária (São Cristóvão); Antenor e French (Bangu).

23/07 – América 2 x 4 São Cristóvão
Rua Campos Salles
Gols: Ojeda e Álvaro Cardozo (América); Rollo, Sylvio, Heitor "Leão" e João Cantuária (São Cristóvão).

06/08 – São Cristóvão 2 x 3 Flamengo
Rua Figueira de Melo
Gols: Heitor "Leão" e João Cantuária (São Cristóvão); Riemer, Orlando "Bahiano" e Gumercindo (Flamengo).

20/08 – Andarahy 2 x 3 São Cristóvão
Rua Prefeito Serzedello Corrêa
Gols: Chiquinho (2) (Andarahy); Heitor "Leão" (2) e Americano, contra, (São Cristóvão).

10/09 – São Cristóvão 1 x 2 Fluminense
Rua Figueira de Melo
Gols: Rubens Portocarrero (São Cristóvão); Chico Netto e Couto (Fluminense).

Obs.: O jogo foi anulado em 20/09 pela Comissão de Football da Metropolitana, pois o jogador Honório Brandão, do Fluminense, havia disputado a prova eliminatória pelo Guanabara em 1915. Em 27/09, a diretoria da Metropolitana se demitiu coletivamente, e o Conselho da entidade anulou o ato anterior, revalidando o jogo e reconcedendo os pontos ao Fluminense. Fontes: Correio da Manhã, Jornal do Commercio e Gazeta de Notícias.

01/10 – Bangu 2 x 1 São Cristóvão
Rua Ferrer
Gols: Antenor (2) (Bangu); Rubens Portocarrero (São Cristóvão).

08/10 – Flamengo 3 x 2 São Cristóvão
Rua Paysandu
Gols: Gumercindo, Riemer e Sidney Pullen (Flamengo); Rollo e João Cantuária (São Cristóvão).

22/10 – São Cristóvão 3 x 8 Botafogo
Rua Figueira de Melo
Gols: Rubens Portocarrero, Sylvio e Lewerett (São Cristóvão); Aluízio (3), Vadinho (2), Luiz Menezes, Carlito Rocha e Dorinho (Botafogo).

05/11 – São Cristóvão 1 x 0 Andarahy
Rua Figueira de Melo
Gol: Salema.

12/11 – São Cristóvão 0 x 1 América
Rua Figueira de Melo
Gol: Gabriel.

AMÉRICA 1 x 0 SÃO CRISTÓVÃO

Data: 12/11/1916
Local: Campo da Rua Figueira de Melo (São Cristóvão Futebol Clube)
Árbitro: Frederico Ávila de Mello
Renda: Não disponível
Público: Não disponível

América: Ferreira; Paulino e De Paiva; Adhemar, Witte e Paula Ramos; Oscar, Gabriel, Ojeda, Álvaro e Paranhos.

Técnico: Ground Committee, liderado por João Evangelista Belfort Duarte.

São Cristóvão: Cardoso; Moitinho e Portocarrero; Pinheiro, Villa e Cantuária; Apollo, Heitor, Salema, Rollo e Sílvio.

Técnico: Ground Committee.

Gol: Gabriel, no segundo tempo.

Obs.: Jogo pela penúltima rodada. O América ainda jogaria contra o Bangu, no campo da Rua Campos Salles, vencendo os alvirrubros por 2 a 1.


FONTE DOS JOGOS : https://www.rsssfbrasil.com/tablesr/rj1916.htm 




sábado, 5 de setembro de 2026

Campeonato Carioca 2026

São Cristóvão x Petrópolis 
Dia 05/09/2026
Estádio Ronaldo Nazario
Escalações 
SCFR.             Petrópolis
1 - ANDRÉ.     1- Luiz Felipe
2 - Caio.          2 - Rosalles 
3 - Reydson    3 - Rafael 
4 - Ruan          4 - Andrezão 
5 - Chaleco.    6 - Digão
6 - França        5 - Magé 
26 - Eberson    7 - Gregory
37 - Coutinho   8 - Juan 
21 - DG.             9 - Marcelinho
7 - Ricardinho.  10 - Luã Lucio
9 - JOEL.            15 - Beto

Substituições do São Cristóvão:
Entrou.                 Saiu
8 Berg.             37 Coutinho
10 Kelven.       21 DG
11 Carlinhos.  26 Eberson
22 Alan.           7 Ricardo
19 Antonio.     9 JOEL

1º Tempo

1'-10': Bola começa presa no meio-campo.
Falta perto da área para o São Cristóvão.

Eberson chuta na barreira.
Douglas Lima recebe falta perto do escanteio.
Ricardinho chuta para ótima defesa de Luiz Felipe.
Pressão do SCFR.
Petrópolis toca a bola, porém o Trovão pressiona com marcação alta.

Petrópolis chega sem perigo.
Douglas Lima chuta de fora da área, porém sem perigo.

Choque em lance de cabeça. Caio Felipe leva a pior e causa preocupação.
Levanta-se lentamente e está desorientado.

10'-20':
Cruzamento de Ruan. Ricardinho cabeceia, porém fraco.

Nos doze primeiros minutos, o São Cristóvão se comporta melhor.

Falta perigosa para o Petrópolis.
Bate direto, mas acerta a barreira.
Escanteio para o Petrópolis. A defesa faz o corte parcial e a arbitragem marca falta de ataque.

Petrópolis chega novamente, mas o chute sai fraco.

20'-30':
Petrópolis começa a chegar mais à área do São Cristóvão e está melhor na partida. Toca de pé em pé, dominando as ações.

São Cristóvão fica acuado e não consegue sair para o ataque.

Magé cobra falta do meio-campo e chuta direto, acertando a barreira.

Falta para o Petrópolis. Rosales cruza para a área, sem perigo.

RUAN LOPES FAZ FALTA E LEVA AMARELO!

Falta do lado esquerdo para o Petrópolis.
Beto bate, Marcelinho chuta sem perigo.

Petrópolis continua melhor na partida.

30'-40':
Quando o SCFR chega ao ataque, rapidamente o Petrópolis retoma a posse.

Magé cai sentindo a perna direita.
É substituído por Pedrinho (nº 16) aos 32'.

Ruan, do Petrópolis, dá um grande passe para Beto, que não consegue dominar.

Apesar de o Petrópolis estar melhor, o jogo está morno.

Depois de ficar parado, o São Cristóvão começa a controlar mais o meio-campo.

Douglas Lima luta pela bola e sofre falta na região do escanteio.

Caio Felipe cruza, e a zaga afasta.

Contra-ataque perdido pelo Petrópolis.

40' + acréscimos:
Falta para o Petrópolis.
Rosales cruza, mas a arbitragem marca falta de ataque.

O jogo fica morno. O ajuste do treinador do São Cristóvão conserta o buraco no meio-campo.

Chute perigoso de Caio Felipe. Grande defesa de Luiz Felipe.

Coutinho recebe cartão amarelo por falta.

Pedrinho faz falta em Taleco. Taleco faz uma boa jogada, sendo parado com falta, e Pedrinho é advertido com o amarelo.

---

2º Tempo

0'-10':
Petrópolis começa no ataque.

Digão avança pelo meio-campo, porém cruza mal.

Petrópolis volta melhor, pelo menos nos cinco primeiros minutos.

O jogo está morno, parecido com o primeiro tempo, com domínio do Petrópolis.

Marcelinho pega a bola na linha de fundo, tenta driblar e passar pela defesa, mas o chute é bloqueado pela zaga.

SCFR joga mal e pouco chega ao ataque. Quando chega, não resulta em nada.

10'-20':
A equipe do Trovão erra muitos passes. Falta entrosamento.

Luã chuta de longe para defesa de André!

Coutinho desaba e é substituído, sentindo a coxa direita.

O goleiro do Petrópolis corta a bola e cai de mal jeito, sentindo muita dor.

Petrópolis aproveita para fazer as substituições.

A partida fica mais equilibrada, presa no meio-campo.

Berg recebe a bola de Kelvin, que chuta mal.

20'-30':
Canela, atacante do Petrópolis, chega com perigo e consegue escanteio.

As substituições não surtem o efeito desejado. O jogo segue com poucas chances e muito preso no meio-campo, com baixo nível técnico.

Kelvin ajeita a bola para Eberson, que chuta para fora.

São Cristóvão continua errando muitos passes.

Taleco chuta de fora da área, com desvio. Escanteio para o Trovão.

O MEIO-CAMPO do time do Bairro Imperial está com muito espaço. Os jogadores não se conectam. A equipe sente a falta de entrosamento.

ALLAN parte para cima e sofre falta. Walney, do Petrópolis, recebe cartão amarelo.

Cruzamento de Carlinhos, e a zaga do Petrópolis afasta a bola.

O jogo fica muito equilibrado, com poucas chances para ambos.

O Petrópolis, quando chega, é mais perigoso. O São Cristóvão erra muitos passes e, nitidamente, está sem entrosamento.

40' + acréscimos:
Walney bate direto: gol do Petrópolis, que é anulado devido a um empurrão de André Santos em cima de Eber Reydson. A arbitragem é perfeita.

São Cristóvão dá muito espaço para o Petrópolis jogar.

No segundo tempo, o nível técnico cai muito. As equipes, desentrosadas, sem muita inspiração e com baixo nível técnico, pouco produzem.

O empate acaba sendo justo pelo que é apresentado no jogo.

Mas o Petrópolis é melhor em boa parte da partida, e o SCFR não sabe se impor em sua casa.

Agora é buscar os três pontos fora de casa na segunda rodada.


Elenco 2026

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

JOGO 11- SÃO CRISTOVÃO 4X2 FLUMINENSE

 O CONFRONTO DA VINGANÇA. 



SÃO CRISTÓVÃO 4 X 2 FLUMINENSE

ESTÁDIO FIGUEIRA DE MELO

ÁRBITRO: Heitor de Oliveira – Vila Isabel

04/07/1930

ESCALAÇÕES:

SÃO CRISTÓVÃO: Paulino; Póvoa (Doca) e Zé Luiz; Julinho, Henrique e Alberto; Oswaldo, Jaburu, Vicente, Arthur e Theóphilo.

FLUMINENSE: Ramos; Paulo e Hebraico; Antonico, Nascimento e Fortes; Ripper, Lagarto, Alfredo, Preguinho e Mauro Costa.

GOLS: Vicente (3x) e Doca.

O jogo mais esperado da rodada. A imprensa estava empolgada com o encontro dos times. Para o São Cristóvão, era uma partida crucial e com um sentimento de vingança, já que, no primeiro turno, apesar de ter perdido por 6x2, o sentimento de injustiça era enorme, já que o time foi prejudicado pela arbitragem. E a situação era a seguinte: até o presente momento, ambas as equipes tinham oito vitórias e um empate e dividiam a liderança, com o Vasco logo atrás.

A vitória seria importante para o time do Bairro Imperial se isolar na liderança. O jogo foi dividido em um ótimo nível técnico no primeiro tempo e de domínio físico na segunda etapa, já que a técnica caiu. Durante o jogo, o São Cristóvão mostrou por que a equipe era melhor na parte física e se equilibrava na parte técnica, mais uma vez surpreendendo o Fluminense, até então favorito.

O jornal O Globo mostrou que o São Cristóvão era uma “máquina”, um time com vontade de cumprir a missão, que era a vitória e o título. Como sempre, o meio de campo do São Cristóvão, muito pela figura do Julinho, foi um dos melhores, mas os jornais destacavam o conjunto inteiro, que não tinha jogador mal ou irregular.

O ataque foi perfeito e acabou que Póvoa foi substituído por Doca.

O mesmo Doca que iria jogar a Copa do Mundo de 1930 e que foi campeão carioca de basquete, na verdade, bicampeão carioca (1929 e 1930).

Apesar de momentos de equilíbrio, em boa parte do jogo os Cadetes foram superiores. O único jogador que esteve um pouco abaixo do seu normal foi Alberto. Vale destacar que ambas as equipes se comportaram como perfeitos cavaleiros, sem jogo sujo ou violento.

Quando a partida foi encerrada, a torcida, em êxtase total, invadiu o campo para comemorar. A polícia teve que intervir, e os jogadores demoraram 15 minutos para sair do campo, tamanho era o tamanho da festa.




Ainda teria o jogo contra o Vasco e o Flamengo, mas certamente o São Cristóvão era o maior candidato ao título.

O próximo jogo seria contra o Vasco, e o time cruz-maltino colocaria água no nosso chope.


terça-feira, 1 de setembro de 2026

O BASQUETE CAMPEÃO

 SÃO CRISTÓVÃO É BI CAMPEÃO DE BASQUETE DO RIO DE JANEIRO. 


SÃO CRISTÓVÃO: CAMPEÃO DE TERRA, MAR e QUADRA.

Não pensas que o São Cristóvão é campeão de terra e mar! O time do bairro suburbano também construiu sua tradição nas quadras de vôlei e basquete. Nos primórdios desses esportes, o clube escreveu uma história de domínio, principalmente no vôlei, modalidade em que conquistou os cinco primeiros anos do Campeonato Carioca. Mas hoje iremos falar do basquete do clube.

A primeira conquista nas quadras daquele novo esporte aconteceu em 1927, quando a equipe conquistou a Segundona Carioca. A maior honraria, porém, viria em 1929 e 1930, com os dois títulos cariocas consecutivos. Em 1931, o São Cristóvão ainda seria vice-campeão.

A equipe contava, inclusive, com jogadores que também atuavam no time de futebol de campo. Além disso, tivemos atletas do clube convocados para o Campeonato Sul-Americano de Basquete, disputado pela primeira vez em 1930. Dois jogadores foram chamados para um período de treinamentos, mas acabaram dispensados antes da competição.

No final deste texto, vamos conhecer a campanha do Brasil no Sul-Americano, que terminou com o terceiro lugar, além dos jogadores convocados.

O basquete era disputado no Rio de Janeiro desde 1924, e o São Cristóvão, desde o começo, mantinha essa e outras modalidades em seus quadros, mostrando que o clube já possuía uma forte característica poliesportiva. Os campeonatos de 1929 e 1930 foram organizados pela AMEA.

O PRIMEIRO TÍTULO: UMA VERDADEIRA ZEBRA

O título de 1929 foi uma verdadeira "zebra". Ao contrário de 1930, naquele ano o São Cristóvão tinha uma boa equipe, mas estava longe de ser apontado como um dos favoritos ao título.

O grande bicho-papão era o Fluminense, que até então já havia conquistado quatro títulos cariocas e um título do SC Brasil. Depois do Fluminense, Vasco e Flamengo também eram considerados fortes candidatos ao campeonato. Os demais clubes apareciam como participantes com menores chances de conquistar a competição.

Mas, logo no primeiro jogo, os Cadetes mostraram a que vieram: venceram o Flamengo e deram o primeiro aviso de que poderiam surpreender.

O primeiro turno foi perfeito. Em sete jogos, foram sete vitórias, incluindo um triunfo sobre o Vasco e uma vitória avassaladora diante do favorito Fluminense.

No segundo turno, porém, vieram três derrotas, contra Flamengo, América e Vasco. Mas, diante do grande favorito, o Fluminense, o São Cristóvão voltou a vencer.

Os Cadetes simplesmente não tomaram conhecimento do Fluminense e, com uma campanha surpreendente, conquistaram o Campeonato Carioca de Basquete de 1929.

PLACARES:
1º TURNO 
9X7 FLAMENGO 
23X16 AMÉRICA 
30X17 BOTAFOGO 
21X12 VASCO 
34X19 FLUMINENSE 
28X19 BRASIL 
28X9 VILA ISABEL 

2º TURNO 
13X19 FLAMENGO
14X20 AMÉRICA 
26X8 BOTAFOGO 
14X28 VASCO 
22X11 FLUMINENSE 
31X15 BRASIL 
25X13 VILA ISABEL 






1930: O BICAMPEONATO DOS CADETES

Já em 1930, o cenário foi bem diferente. Mantendo praticamente a mesma equipe, o São Cristóvão entrou no campeonato como favorito, segundo a imprensa da época. A equipe era impressionante, e seus jogadores já eram cotados para integrar a Seleção Brasileira de basquete.

E havia ainda uma curiosidade que mostra como aqueles atletas transitavam por diferentes modalidades esportivas. Um dos jogadores do basquete do São Cristóvão, Doca, foi convocado para integrar o período de treinamentos da Seleção Brasileira que disputaria a Copa do Mundo de 1930, no Uruguai. O jogador chegou a viajar com a delegação brasileira para a competição.

Nas quadras, enquanto isso, os jornais celebravam as vitórias dos Cadetes. Muito entrosada, a equipe fez uma campanha ainda melhor do que a do ano anterior. A disputa pelo título novamente ficou concentrada entre São Cristóvão e Flamengo.

E, mais uma vez, o São Cristóvão mostrou sua força diante dos gigantes. Os Cadetes tiveram apenas uma derrota durante a campanha, justamente para o Flamengo, no segundo turno. O tropeço, porém, não foi suficiente para tirar a equipe da briga pelo campeonato.

O título foi disputado ponto a ponto e chegou à rodada decisiva. No jogo final, o São Cristóvão precisava vencer o América para confirmar a conquista. E foi exatamente o que aconteceu.

Os Cadetes venceram o América e levantaram novamente a taça.

São Cristóvão bicampeão carioca de basquete em 1930.

Depois de conquistar o primeiro título em 1929, o clube repetia a façanha e consolidava seu domínio nas primeiras temporadas do basquete carioca. Dois campeonatos, duas conquistas e uma equipe que já começava a escrever seu nome entre as grandes forças esportivas do Rio de Janeiro.

PLACARES:

1º TURNO 

24X18 FLAMENGO 

20X16 FLUMINENSE

18X10 VASCO 

40X21 BOTAFOGO 

30X17 BRASIL 

37X18 VILA ISABEL 

25X20 AMÉRICA 


2º TURNO 

9X13 FLAMENGO 

28X13 FLUMINENSE 

19X16 VASCO 

27X16 BOTAFOGO 

14X11 BRASIL 

22X13 VILA ISABEL 

24X16 AMÉRICA  




Gilberto de Almeida Rego 

Jurandu Cícero 

Alfredo de Almeida Rego(Doca)


Os atlecas campeões
  1. Doca- Alfredo de Almeida Rego 
  2. Ary de Almeida Rego 
  3. Fausto Capanema 
  4. Gilberto de Almeida Rego 
  5. Jurandir Cícero de Miranda 
  6. Sylvio Hoffman 
  7. Arthur dos Santos( Baianinho)
  8. Claudionor
  9. Murilo 
  10. Norival 
  11.  


SULAMERICANO DE 1930 


BASQUETE MASCULINO — PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO DO BRASIL EM CAMPEONATOS SUL-AMERICANOS

Primeira participação: 1º Campeonato Sul-Americano de Basquete
Ano: 1930
Local: Uruguai

O Brasil participou pela primeira vez de um Campeonato Sul-Americano de Basquete em 1930, no Uruguai. A competição contou com quatro seleções.

Classificação final

🥇 Campeão: Uruguai
🥈 Vice-campeã: Argentina
🥉 3º lugar: Brasil
4º lugar: Chile

Campanha do Brasil

  • 🇺🇾 Brasil 15 x 39 Uruguai

  • 🇨🇱 Brasil 19 x 13 Chile

  • 🇦🇷 Brasil 11 x 18 Argentina

  • 🇺🇾 Brasil 11 x 33 Uruguai

  • 🇨🇱 Brasil 16 x 14 Chile

  • 🇦🇷 Brasil 17 x 31 Argentina

A equipe brasileira

Jogadores:
Affonso Segreto, Américo Souza Lima, Antônio Maciel, Augusto Amorim Jr., Francisco Santiago, Hermann Dutra, Jácomo Montá, Lauro Soares, Nelson Monteiro e Waldemar Gonçalves.

Técnico: Fred Charles Brown
Cestinha do Brasil: Lauro Soares — 28 pontos

A participação de 1930 marcou o início da trajetória internacional do basquete masculino brasileiro nos Campeonatos Sul-Americanos.





quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Primeira RODADA Série B1

São Cristóvão x Petrópolis 


Em menos de duas semanas, a Série B1 irá começar, e o São Cristóvão continua a preparação para não apenas conseguir a vaga para a Série A2 (Segundona), mas também em busca do título. Os comandados de Diego querem escrever seus nomes na história do clube e, para isso, precisarão encarar uma Terceirona com camisas pesadas.

Vamos enfrentar a pedra no sapato do ano passado, o Serrano, que bateu e voltou. Campeão no ano passado, não aguentou a competitividade da Segundona e acabou caindo. Teremos o clássico contra o Campo Grande e, entre outras equipes, iremos enfrentar os perigosos Duque de Caxias e Audax.

Mas o nosso jogo de abertura, em casa, será contra a equipe de Petrópolis. E hoje iremos contar os confrontos entre as equipes.

Por incrível que pareça, essa será apenas a segunda partida da história entre os dois clubes. A primeira aconteceu exatamente no ano passado, em jogo válido por este mesmo campeonato. A partida aconteceu no dia 18 de outubro, no Estádio Los Larios, pela sétima rodada. Os Cadetes acabaram vencendo por 1 a 0, com gol de Ruan Lopes aos 83 minutos de partida.

O São Cristóvão entrou em campo naquele dia com: André; George, Reydson, Ruam e Paulo; Matheus, Rafael, Berg e Fábio; PK e Ricardinho.

Entraram: PH, Israel, João Sávio, Allan David e Rodrigo.

No ano passado, o Petrópolis não se classificou por pouco, terminando a classificação geral na quinta colocação.

FOTOS DE NOSSA PREPARAÇÃO 

FOTOS DE MATHEUS- DIRETOR DE COMUNICAÇÃO 

NOSSOS PRIMEIROS QUADRO JOGOS - JOGOS DO MÊS DE SETEMBRO: 
SCFR X PETRÓPOLIS 
SCFR X NOVA CIDADE 
SCFR X DUQUE DE CAXIAS 
SCFR X CARAPEBUS 
FOTO DO JOGO TREINO CONTRA O MADUREIRA 

FOTO JOGO TREINO CONTRA O MADUEIRA 

FOTO DA PREPARAÇÃO 
PRESIDENTE MACHADO CONVERSANDO COM A EQUIPE PRINCIPAL NA SALA DE TROFÉUS DO CLUBE. 

As redes sociais do São Cristóvão 

Blog oficial :https://resgatesaocricrifr.blogspot.com
Instagram:https://www.instagram.com/saocristovaooficial
Instagram São Cristóvão TV: https://www.instagram.com/saocristovaotv
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YouTube: https://youtube.com/@saocristovaotvoficial

YouTube: Frequência do Tovão : 
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HISTORIADOR E ACADÊMICO DE JORNALISMO PAULO JORGE 

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

1988 E 1989 - DOIS ANOS BONS : PARTE 1

 MOMENTOS BONS DO SÃO CRICRI- SEGUNDONA DE 1988. 


A retomada do São Cristóvão no final dos anos 1980

O final dos anos 1980 parecia indicar que o São Cristóvão retomaria a grandeza de seu passado. A diretoria tinha um projeto pronto para transformar a pequena Figueira de Melo em um estádio com capacidade para 40 mil pessoas. O lado financeiro também parecia bastante equilibrado. Tanto em 1988 quanto em 1989, além da briga pelo acesso com bons times, o departamento de futebol recebeu diversos investimentos.

Um dos primeiros responsáveis por esse projeto foi o treinador Américo Farias, um homem experiente e conhecedor do futebol, que resolveu ser ousado e montou um time com média de idade de apenas 21 anos. Era uma equipe muito jovem, mas com disposição e potencial para, no futuro, render financeiramente ao clube com a venda de seus jogadores.

Américo Farias, que pouco tempo depois trabalharia na CBF durante um longo período, tinha planos ambiciosos para o São Cristóvão ao lado de Irã Terra, diretor de futebol do clube. Um dado interessante é que, apesar dos bons investimentos, ambos também buscavam reduzir os custos.

O clube treinava na Refinaria de Manguinhos, próxima à sede de futebol e de fácil acesso para os jogadores. Américo Farias não queria repetir os fracassos anteriores, principalmente o sistema de cooperativa criado em 1984 e que persistia até 1988. Alguns pensam que esse projeto acabou naquele mesmo ano, mas ele existia, pelo menos no papel, até 1988, quando Américo acabou definitivamente com o sistema.

Acompanhando aquela fase, nascia também a TOSC — Torcida Organizada do São Cristóvão, fundada em abril de 1988 por Flávio Monteiro dos Santos, grande torcedor e apaixonado pelo clube.

O clube investiu 50 milhões de cruzeiros para contratar "apenas" seis jogadores experientes e com mais de 21 anos, que se juntariam aos jovens formados pelo próprio São Cristóvão. A decisão se mostraria acertada. Os contratados, negociados diretamente com a participação de Américo Farias, foram Jesus, Evandro, Paulo Cesar, Chico, Pituca e José Carlos.

Um dos grandes destaques daquela equipe foi o goleiro Carlos, que, no Campeonato de 1988, ficou mil minutos sem sofrer um único gol.

O time de 1988 era uma máquina. Jogava um futebol bonito, eficiente e rápido. Entretanto, as crônicas da época apontavam dois motivos principais para o fracasso na tentativa de acesso: a inexperiência dos jogadores e a arbitragem, que teria prejudicado imensamente o São Cristóvão.

Aquele campeonato também revelaria três jogadores que posteriormente seriam negociados pelo clube para ajudar a reforçar o caixa: o goleiro Carlos, Dênis e Válber.

A folha salarial era baixa, mas ainda assim uma das maiores daquela Segunda Divisão: CZ$ 500 mil. Para se ter uma ideia, esse era o salário de um jogador de Flamengo ou Vasco na época.

Outro responsável pela montagem do elenco foi o empresário Elias Zacarias, que tinha planos de levar o clube novamente para excursões, inclusive ao exterior — algo que não acontecia desde 1967.

O presidente Armando Moraes deixava claro que não existia mordomia no clube, mas o básico era bem feito: material de treinamento, refeições em pensões próximas e concentrações em bons hotéis.

Todo esse planejamento começaria a dar resultado dentro de campo. Aquele grande time conquistaria o primeiro turno do Campeonato Carioca da Segunda Divisão de 1988, reacendendo no torcedor a esperança de ver o São Cristóvão novamente entre os grandes do futebol carioca.



Troféu de campeão primeiro turno de 1988- o mesmo da foto do jornal acima 





A FINAL ENTRE SÃO CRISTOVÃO X MESQUITA

O empate que valeu o título

Não foi exatamente uma final, já que o campeonato era disputado por pontos corridos. Porém, Mesquita e São Cristóvão chegavam àquela partida com reais condições de conquistar o título. O jogo terminou empatado, mas foi marcado por muita confusão, brigas e um público recorde para o torneio.

Era a última rodada do primeiro turno, e a equipe do Mesquita precisava vencer para conquistar o título. O Estádio Nielsen Louzada estava lotado para uma partida daquele tamanho. Mais de 4 mil pessoas gritavam o nome do Mesquita e transformavam o local em um verdadeiro caldeirão. Há registros de tentativas de invasão de campo e de intimidação aos jogadores do São Cristóvão.

O jogo foi um verdadeiro inferno para os Cadetes, que suportaram uma pressão enorme. Apesar de contar com uma equipe muito jovem, o São Cristóvão conseguiu segurar o Mesquita, uma equipe mais experiente e considerada por muitos como superior.

O árbitro daquela partida era o lendário Jorge Emiliano, o famoso "Margarida".


MARGARIDA- FOTO GOOGLE 


Um jogo desse tamanho, com a pressão a mil, acabou se tornando muito perigoso. A confusão começou antes mesmo da bola rolar. A organização abriu apenas uma bilheteria e não imaginava uma demanda tão grande de torcedores. O resultado foi confusão e tentativas de invasão por parte do público.

Os números oficiais apontaram 4.765 pagantes, mas algumas fontes indicam que até 6 mil pessoas estiveram presentes no estádio.

Precisando da vitória, o Mesquita abandonou o bom futebol apresentado até então e passou a apelar para a violência. Foi nesse momento que Margarida começou a aparecer. O árbitro controlou bem os nervos e atuou de forma enérgica com os jogadores do Mesquita.

O jornal O Globo destacou sua atuação e foi claro ao afirmar que o árbitro não havia cometido nenhum erro. Uma das principais reclamações do Mesquita foi a expulsão do jogador Pirada, aos 26 minutos do primeiro tempo, por faltas consecutivas.

O São Cristóvão também foi repreendido. Diante do jogo violento praticado pelo Mesquita, os Cadetes passaram a ficar mais recuados e a retardar a partida, o que gerou diversas advertências de Margarida.

O clima estava tão tenso que dois torcedores chegaram a pular o alambrado e partiram para cima do árbitro, mas foram contidos a tempo pelos seguranças.

Nada disso, porém, abalou o São Cristóvão. Os Cadetes seguraram o empate, conquistaram o título do primeiro turno e garantiram a classificação para o quadrangular geral.

A equipe titular foi: CARLOS; CHICO, MARCÃO, VALBERT E DÊNIS; SÉRGIO GALOCHA,PITUCA(DANILO) E ANTONIO CARLOS; RONALDO, PAULO CESAR E DUDU         ( JOÃO CARLOS). 

A segundona de 1988 teve os seguintes participantes : 

  1. SÃO CRISTÓVÃO 
  2. BONSUCESSO 
  3. CAMPO GRANDE 
  4. CENTRAL SPORT 
  5. MADUREIRA 
  6. MESQUITA 
  7. MIGUEL COUTO 
  8. NOVA CIDADE 
  9. OLARIA 
  10. RUBRO 
  11. SERRANO 
  12. TOMAZINHO 
JOGOS DO PRIMEIRO TURNO

  • SCFR 1X0 PADUANO 
  • SERRANO 4X2 SCFR 
  • SCFR 0X0 OLARIA 
  • PORTUGUESA 0X0 SCFR 
  • SCFR 1X0 CENTRAL 
  • SCFR 0X0 RUBRO 
  • MADUREIRA 0X0 SCFR 
  • SCFR 1X0 MIGUEL COUTO 
  • TOMAZINO 0X1 SCFR 
  • SCFR 1X0 CAMPO GRANDE 
  • SCFR 2X0 NOVA CIDADE 
  • MESQUITA 0X0 SCFR           
Campanha: 1º- 13 Jogos, 7 vitórias , 5 empates e 1 derrota - Campeão 
Campanha do Segundo turno : 10º- 4 vitórias ,3 empates e 6 derrotas 
Campanha geral : 6º- 26 jogos : 11 vitórias, 8 empates e 7 derrotas 
Rebaixados: Miguel Couto e Tomazinho 

JOGOS DO SEGUNDO TURNO 

  • PADUANO 0X0 SCFR 
  • SERRANO 2X2 SCFR 
  • OLARIA 2X1 SCFR 
  • SCFR 2X1 PORTUGUESA 
  • CENTRAL 2X0 SCFR 
  • RUBRO 2X2 SCFR 
  • SCFR 2X0 MADUREIRA 
  • MIGUEL 2X1 SCFR 
  • SCFR 2X1 BONSUCESSO 
  • CAMPO GRANDE 1X0 SCFR 
  • NOVA CIDADE 3X1 SCFR 
  • SCFR 0X1 MESQUITA 

No quadrangular final, o time deu os sinais que já havia apresentado no segundo turno: uma queda de rendimento.

A equipe que havia sido a sensação do campeonato acabou pagando pela inexperiência de seus jogadores e, infelizmente, não conseguiu a classificação. E foi por muito pouco: o São Cristóvão empatou duas partidas e perdeu uma, resultado que acabou sendo suficiente para a eliminação.

No quadrangular final, classificaram-se Olaria, Nova Cidade e Campo Grande.

4º colocado no quadrangular final : 3 Jogos, 2 empates e 1 derrota. 

  • CAMPO GRANDE 1X1 SCFR 
  • NOVA CIDADE 2X1 SCFR 
  • OLARIA 0X0 SCFR 

* Nova Cidade (campeão) e Olaria (vice) foram promovidos para a Primeira Divisão.
* Tomazinho e Miguel Couto seriam originalmente rebaixados para a Terceira Divisão, mas participaram normalmente da Segunda Divisão de 1989
devido as desistências de Central e Serrano.


quarta-feira, 12 de agosto de 2026

SÉRIE B1 2026

SERIE B1 2026- CONHECENDO NOSSOS ADVERSÁRIOS 
1ª rodada: *SÃO CRISTÓVÃO* X PETRÓPOLIS

2ª rodada: NOVA CIDADE X *SÃO CRISTÓVÃO* 

3ª rodada: *SÃO CRISTÓVÃO* X DUQUE DE CAXIAS

4ª rodada: CARAPEBUS X *SÃO CRISTÓVÃO* 

5ª rodada: NITEROIENSE X *SÃO CRISTÓVÃO* 

6ª rodada: *SÃO CRISTÓVÃO* X GOYTACAZ

7ª rodada: 12° A2 X *SÃO CRISTÓVÃO* 

8ª rodada: *SÃO CRISTÓVÃO* X CAMPO GRANDE

9ª rodada: UNIVASSOURAS ARTSUL X *SÃO CRISTÓVÃO* 

10ª rodada: *SÃO CRISTÓVÃO* X MACAÉ

11ª rodada: 11° A2 X *SÃO CRISTÓVÃO*

REGULAMENTO B1

A Ferj realizou nesta segunda-feira( 13/07) a reunião do Conselho Arbitral da Série B1 do Campeonato Carioca. O encontro definiu temas como o regulamento, a tabela e a data de início da competição. 

A Série B1 do Carioca começará no dia 05 de setembro. As equipes participantes serão São Cristóvão, Duque de Caxias, Petrópolis, Niteroiense, Campo Grande, Univassouras Artsul, Carapebus, Nova Cidade, Goytacaz e Macaé, além dos rebaixados da Série A2 deste ano, que foram Audax e a princípio o Serrano, que ainda terá seu recurso julgado no caso do W.O. 

Em relação ao regulamento, o formato de disputa seguirá o padrão dos anos anteriores, com uma primeira fase em pontos corridos, disputada em 11 rodadas. Os 4 melhores avançam para as semifinais.

Os finalistas da Série B1 garantem o acesso para a Série A2 de 2027. Já as duas piores equipes da primeira fase serão rebaixadas para a Série B2 do Carioca. 

A primeira rodada da Série B1 do Carioca terá os seguintes confrontos:

⚽ Campo Grande x Carapebus

⚽ Duque de Caxias X Nova Cidade

⚽ São Cristóvão x Petrópolis

⚽ Niteroiense x 11° A2

⚽ Goytacaz x Macaé 

⚽ Audax x Univassouras Artsul

A Ferj também distribuirá um total de R$400 mil de premiação para os melhores colocados, com a seguinte divisão:

R$200 mil - Campeão 
R$100 mil - Vice
R$60 mil - 3º lugar
R$40 mil - 4º lugar


NOVIDADES DA B1

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) promoveu novidades nos regulamentos das Séries B1 e B2 do Campeonato Carioca. Os clubes que disputarão essas competições poderão relacionar no máximo dois atletas estrangeiros por partida. No entanto, os jogadores estrangeiros que já estiverem regularmente registrados no BIRA, sem pendências, até o dia 13 de julho não entrarão nesse limite para a atual temporada.

A restrição será ampliada gradativamente. Em 2027, apenas um atleta estrangeiro poderá constar na relação de jogo. Já a partir de 2028, nenhum atleta estrangeiro terá condição de participação nas competições.

O regulamento também prevê punições severas para irregularidades na inscrição de atletas. O clube que relacionar um jogador que não esteja registrado no BIRA será automaticamente excluído da competição, rebaixado, multado em R$ 500 mil e ficará impedido de disputar competições da FERJ por cinco anos, além de ter seus direitos estatutários suspensos pelo mesmo período. A mesma penalidade será aplicada caso uma equipe utilize em campo um atleta diferente daquele informado na relação de jogo.
Imagem: Instagram Cadetes 98.

Rodada 02

NOVA CIDADE X SÃO CRISTÓVÃO.  Chegamos à segunda rodada da Série B1 Carioca e, jogando fora de casa, o São Cristóvão ficou apena...