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segunda-feira, 4 de maio de 2026

RONALDO É NOSSO.

 DESCULPA CRUZEIRO, O RONALDO É NOSSO !


Ronaldo nasceu para o futebol no Cruzeiro. Com todo o respeito que temos pela Raposa, essa afirmação é falsa — e aqui está o texto definitivo sobre o assunto. Entendemos que é um tema delicado, já que estamos falando de um dos 10 maiores jogadores de todos os tempos.

Este texto é uma prova clara: o verdadeiro “pai” do Ronaldo é o São Cristóvão. Inclusive, sua primeira convocação para a Seleção Brasileira de base aconteceu com a camisa dos Cadetes.

Segundo o boletim da FERJ nº 3072, de 27 de julho de 1990, a inscrição de um pequeno garoto foi aceita — e ali começava sua aventura pelos campos da Figueira de Melo e pelo Rio de Janeiro. Ronaldo Luiz Nazário se federava naquele exato momento.

O primeiro jogo do jovem Ronaldo aconteceu no dia 12/08/1990, em uma vitória por 5 a 2 contra a equipe do Tomazinho. Desde então, em pouco mais de dois anos, foram 73 jogos e 44 gols (números que podem até ser maiores), mas a falta de registros totalmente confiáveis pode dificultar a contagem final.

Números do jogador pelo clube:
1990: Mirim- 12 jogos e 8 gols 
1991: Infantil : 28jogos e 12 gols 
1992: Juvenil : 17 jogos e 10 gols 
1992: Junior: 17 jogos e 10 gols 

O último jogo de Ronaldo pelo clube aconteceu no dia 12/11/1992, em uma vitória por 2 a 0 sobre o Barra Mansa. O jovem já se mostrava acima da média, subindo rapidamente de categoria e se destacando. Isso acabou se refletindo em uma convocação quase inesperada.

O técnico Humberto Redes convocou muitos garotos que já atuavam como profissionais, em sua maioria de equipes tradicionais e gigantes do futebol brasileiro. No entanto, relembrando os tempos do início do futebol, especialmente nas décadas passadas, quando o São Cristóvão cedia jogadores à Seleção, surpreendentemente Ronaldo foi convocado para o Sul-Americano Sub-17.

A Seleção não teve sucesso na competição: foi bem na primeira fase, mas terminou em último lugar no quadrangular final. Ainda assim, Ronaldo deixou sua marca — foram 8 gols em 7 jogos, mostrando que não era apenas um jogador comum.




Em 1992, o clube vivia uma grave crise financeira. Diversas dívidas assolavam a instituição, que precisava fazer caixa com urgência. Alguns dos principais jogadores da base foram negociados com o objetivo de ajudar a salvar o clube — e um desses jogadores foi Ronaldo.

O jovem já despertava o interesse de várias equipes. O Vasco, por exemplo, chegou a oferecer um número “x” de chuteiras e uniformes. Isso mesmo: foi oferecido material esportivo como forma de negociação pelo jogador. No entanto, o clube precisava de dinheiro, e o Cruzeiro apareceu disposto a investir em espécie.

Segundo ata de reunião administrativa, o jogador foi vendido por 30 milhões de cruzeiros — cerca de 7 mil dólares na época — ajudando o clube a amenizar sua crise em diversas áreas.


página Grandes Esquadrões. 
Brasil Sub-17 – 1993

Em pé: Fábio Noronha, Paulo César, Leonardo Inácio, Fausto, Fabrício e Aritana.
Agachados: Ronaldo, Rodrigo Mendes, Sérgio Vinícius, Reinaldo e Murilo.




Convocados de 1992


Lista de convocados do sulamericano de 1992


São Cristóvão x Vasco - Ronaldo assinando a súmula

O Cruzeiro contratou o Ronaldo do São Cristóvão. A seleção brasileira conheceu o Ronaldo pelo São Cristóvão. O Futebol conheceu o Ronaldo pelo São Cristóvão, então quem revelou o Ronaldo foi o São Cristóvão e esse título, ninguém jamais vai nos tirar. 

quinta-feira, 30 de abril de 2026

ORLANDO GATO PRETO

 UM GOLEIRO LENDÁRIO : ORLANDO "GATO PRETO"


O que significa a base para um clube de futebol? Hoje, desde muito cedo, os meninos são treinados já com uma lógica bem definida: tornar-se ativos valiosos, verdadeiros “produtos” para exportação. Nesse cenário, não é necessário, necessariamente, ser um craque fora de série; basta apresentar bom desempenho, destacar-se o suficiente para despertar interesse de mercado. O objetivo é claro: gerar retorno financeiro. Os clubes investem na formação esperando que, no futuro, esses jovens possam ser negociados, sustentando todo o sistema e, muitas vezes, garantindo lucros por meio de cláusulas contratuais do clube formador.

Entretanto, nem sempre foi assim. Há algumas décadas, fazer parte da base de um clube representava, antes de tudo, uma oportunidade de mudança de vida. Para muitos jovens, era a chance de sair de uma realidade difícil e conquistar um futuro melhor através do futebol. Já para os clubes, a base era uma esperança de revelar talentos que pudessem fortalecer a equipe principal, manter o clube competitivo na divisão em que atuava e, eventualmente, garantir recursos por meio de excursões e partidas.

É nesse contexto que se insere a história de um dos grandes nomes formados nas categorias de base do São Cristóvão de Futebol e Regatas. Revelado no tradicional campo da Figueira de Melo, surge um personagem que representa bem essa época: Orlando, conhecido como “Gato Preto”.

Morador do subúrbio carioca, Orlando construiu sua trajetória com esforço, talento e determinação. Ele não apenas se destacou no São Cristóvão, como também venceu na vida ao consolidar seu nome como um dos grandes goleiros da Associação Portuguesa de Desportos. Sua história carrega o espírito de um tempo em que o futebol era, acima de tudo, uma ponte para sonhos maiores — tanto para os jogadores quanto para os clubes que apostavam neles.


Formação do São Cristóvão em 1961. Em pé: Miro, Orlando, Renato, Medeiros, Valdir e Décio. Agachados: Arinos, Ivo, Paulinho, Russo e Olivar. Crédito: revista do Esporte número 147.








Orlando Alves Ferreira, o Orlando “Gato Preto”, foi nascido e criado em Bento Ribeiro, subúrbio do Rio de Janeiro. Desde pequeno, aprendeu, a duras penas, que a vida não era fácil. Abandonado pelo pai, era o irmão mais velho de nove, com sete homens e duas mulheres. Assumiu a responsabilidade desde cedo e começou a trabalhar para ajudar em casa, pois sua mãe não tinha condições, já que era cega. Orlando entendeu que, a partir do abandono do pai, ele seria o “homem da família”.

Trabalhando para trazer o pão para casa, conseguia sempre um tempo para fazer o que mais amava: jogar futebol. Desde pequeno, se destacava não pela sua habilidade com a bola nos pés, mas com a bola nas mãos. Um goleiro excepcional, enxergava em Barbosa, goleiro do Vasco, o arqueiro que desejava ser.

Desde pequeno, jogava nos campos de Bento Ribeiro e região, sempre se destacando pela sua elasticidade, que parecia acima do normal, e suas atuações na várzea o levaram até o São Cristóvão, onde chegou em 1958, no juvenil.

Enxergando o potencial do garoto, a comissão técnica da época o preparou para assumir a titularidade em 1961. Foram três anos de preparo e observação, e ele não teria uma tarefa fácil: substituir uma lenda do gol, um arqueiro lendário no São Cristóvão e no Flamengo, Franz.

Mal o Gato Preto sabia que, em menos de dois anos, sua vida mudaria completamente graças às suas atuações. Seu primeiro jogo oficial foi na estreia do São Cristóvão no Carioca de 1961, em um empate de 0 a 0 contra o Bangu, e ali a crônica esportiva já percebia que ele era diferente.

No campeonato de 1961, a boa campanha do time colocou ainda mais em evidência suas atuações, principalmente nos jogos contra os grandes, onde ele se destacava ainda mais, e a crônica esportiva ressaltava isso. Um grande exemplo foram as vitórias sobre o Flamengo e os empates contra Vasco e Fluminense, nos quais o goleiro foi o maior responsável pelos resultados. Nesse ano, foi escolhido entre os melhores goleiros da temporada e já chamava a atenção dos grandes clubes, passando a sofrer assédios.

Em 1962, de contrato renovado, Orlando teria um ano parcialmente bom, já que começou como titular, mas foi subitamente colocado na reserva na parte final do campeonato. A diretoria entrou em litígio com o jogador, pois o goleiro começou a jogar muito mal e, ao mesmo tempo, entrou com um pedido no sindicato dos jogadores alegando que não estava recebendo salários. O dirigente da época, o senhor Nelson de Almeida, vice-presidente do São Cristóvão, alegou que o goleiro não queria receber os três meses de salários atrasados, pois estaria tentando forçar sua saída. O goleiro acabou recebendo logo depois, mas o problema não era esse.

Gato Preto tinha propostas do Vasco e quase fechou com o Taubaté, e o São Cristóvão havia resistido à primeira investida da Portuguesa de São Paulo. Gato Preto recebia 20 mil cruzeiros nos cadetes. A proposta da Lusa era de 40 mil cruzeiros, mais 10% de luvas, o que mudaria o padrão de vida de Orlando, e ele sentiu, sim, não o peso do salário, mas o peso de cuidar da mãe. Orlando fez a excursão com o time em 1962 e acabou sendo titular em todos os jogos.

Sua mãe era cega, doente e dependente dele. Ele sabia que a proposta da Lusa mudaria sua vida. Com isso, ficou com a mente abalada e acabou não voltando à titularidade no Carioca, pois estava passando por um momento difícil. Seu último jogo pelo time foi o empate de 1 a 1 contra o Vasco, no qual entrou no meio da partida e foi destaque.

No dia 29 de dezembro de 1962, Gato Preto fechou contrato com a Lusa. O São Cristóvão recebeu 5 milhões de cruzeiros pelo seu passe. Seu salário seria de 55 mil cruzeiros, mais 10% de luvas e gratificações. Com isso, Orlando Gato Preto partiu para São Paulo, onde se tornaria ídolo máximo da Lusa paulista.


NÚMEROS DO GOLEIRO PELO CLUBE: 57 JOGOS 

  • 17 VITÓRIAS
  • 15 EMPATES 
  • 25 DERROTAS 
CARREIRA 
  1. 1960 A 1962- SÃO CRISTÓVÃO 
  2. 1963 A 1974- PORTUGUESA DE DESPORTOS 
  3. 1975 A 1976- SAMPAIO CORREA, OPERÁRIO-MS, OPERÁRIO DE VÁRZEA GRANDE-MT 
  4. 1976- ENCERROU A CARREIRA.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

HOMENAGEM AOS NOSSOS IDOLOS

 UM ÍTALO ARGENTINO QUE EM POUCO TEMPO VIROU LENDA ...

HECTOR PAPETTI


CLUBES DA CARREIRA 
  • GIMNASIA Y ESGRIMA 
  • PLATENSE 
  • BAHIA 
  • VITÓRIA( UM JOGO ) 
  • SÃO CRISTÓVÃO 
  • BOTAFOGO 
  • AMÉRICA MG. 


PAPETI NO CENTRO DA FOTO . 


Mais um capítulo de nossos ídolos que iremos contar hoje. Um gringo que saiu da Argentina para brilhar com a camisa do São Cristóvão de Futebol e Regatas, que considerava a Rua Figueira de Melo como a casa de sua família.

Ele foi grato ao clube por ter aberto as portas do futebol nacional para que ficasse conhecido, e a dedicação foi tanta que apenas um time foi capaz de tirar Papetti dos Cadetes: o Botafogo de Futebol e Regatas.

O argentino teve propostas de Sociedade Esportiva Palmeiras, Club de Regatas Vasco da Gama e Clube de Regatas do Flamengo, mas, como ele mesmo disse:

— Apenas um time me tira do São Cristóvão: o Botafogo!


Formação do SCFR no Torneio Inicio de 1944- ultimo torneio de Papetti 

Papetti nasceu na Argentina, no dia 8 de junho de 1914, na cidade de Rosário. Oriundo de uma família pobre da periferia da cidade, desde pequeno tinha o sonho de ser jogador de futebol. Seus pais não tinham condições de comprar uma chuteira, e o menino, aos 7 anos, foi trabalhar em uma carpintaria para conseguir adquirir seu primeiro par. No mesmo local, trabalhou até a adolescência.

Começou em um time da cidade chamado Atlético Calçada, passando também pelas categorias de base do Newell's Old Boys. Mas foi no Gimnasia y Esgrima La Plata que se profissionalizou, ainda com 17 anos. Contudo, uma situação marcou sua primeira decepção: quando o clube viu potencial no jovem e o vendeu para o Club Atlético Platense. A transferência provocou uma tristeza tão grande que ele quase desistiu do futebol.

E, para completar, uma situação gravíssima quase o tirou de forma definitiva dos gramados: uma contusão no joelho — que ajudou a encurtar sua vida futebolística — o afastou das partidas. A lesão fez com que a diretoria do Platense rescindisse seu contrato, deixando o jovem Papetti desamparado.

Mas sua história mudaria por causa de um presidente ambicioso e de um clube que queria subir de patamar. Carlos Wildberger, um homem rico da época, decidiu trazer de imediato três jogadores da Argentina, formando uma linha média que marcaria a história do São Cristóvão de Futebol e Regatas e mudaria a vida daqueles atletas. Papetti, Bianchi e Avalle — os dois primeiros jogariam no São Cristóvão mais tarde.

Avalle era italiano, mas atuou no Estudiantes de La Plata e no Racing Club. Papetti vinha do Platense, e Bianchi também tinha passagem pelo Racing. Era a época denominada “platinismo”, pois os brasileiros desenvolveram um misto de admiração e temor diante dos clubes e da seleção argentina. O Brasil era freguês de caderno.

Os clubes argentinos chegavam ao país com organização tática mais avançada, jogo mais físico e, sobretudo, uma mentalidade competitiva que impressionava. O intercâmbio entre as equipes do Rio da Prata fortalecia o nível técnico, enquanto o futebol brasileiro ainda buscava consolidar sua identidade e profissionalização.

O supertime montado por Carlos acabou levando o próprio dirigente à falência. Mesmo conquistando o título, a renda dos ingressos não cobria os gastos e, como patrocínio era praticamente inexistente na época, o presidente precisou tirar dinheiro do próprio bolso para manter o elenco.

Vale uma observação: a equipe terminou invicta, e o trio foi escolhido como o melhor meio-campo da Bahia, consolidando-se como uma das formações mais marcantes daquele período.


Argentinos Bianchi e Papetti e o brasileiro Castanheira 

Papetti e os companheiros chegaram à Bahia, mais especificamente a Salvador, no dia 6 de abril de 1940, e uma situação inusitada aconteceu. Eles chegaram pouco menos de dois meses antes do Campeonato Baiano, que começou no dia 2 de junho. Os três jogaram e dominaram as ações, mas Papetti estava “irregular”, pois se encontrava no país em situação migratória indefinida: os documentos de autorização para trabalhar ainda não tinham sido liberados.

Por consequência, o jogador foi preso pelo Serviço de Estrangeiros, ficando incomunicável durante um período. Acabou sendo liberado com a ajuda do presidente do Esporte Clube Bahia, conseguindo, assim, retornar aos gramados para ajudar sua equipe.

No total, Papetti disputou 62 jogos pelo Bahia e marcou dois gols, conquistando um Campeonato Baiano e um vice-campeonato da mesma competição.

Papetti tinha uma peculiaridade: ele detinha o próprio passe e fazia contrato por temporada. Ao fim de cada ano, sentava para renegociar com a diretoria. Em 1942, depois de dois anos na Bahia, resolveu voltar para a Argentina. Porém, antes, desejava conhecer a cidade mais linda e charmosa do Brasil: o Rio de Janeiro. Queria ver de perto suas belezas naturais e descobrir se a fama da cidade era verdadeira.

No Rio de Janeiro, enquanto tomava um café, encontrou-se com um “hermano”, um argentino que vivia havia muito tempo na cidade, treinador e ex-jogador. Ao conhecer as habilidades de Papetti, convidou-o para integrar o time que estava formando — ali nascia um dos melhores elencos da história do São Cristóvão de Futebol e Regatas.

O treinador era Abel Picabéa, campeão carioca de 1937 e considerado um dos maiores jogadores do clube. A notícia animou Papetti. E havia ainda outro motivo para se empolgar: Bianchi também chegaria ao São Cristóvão.


O argentino aceitou o convite, começando na reserva, pois chegava a um time que já tinha uma espinha dorsal formada. Mas seus treinos mostravam que ele jamais poderia ser apenas opção no banco. Um camisa 8 disciplinado, efetivo, de ótimo passe e com visão de jogo acima da média. E isso se refletiria nos dois anos em que defendeu o São Cristóvão de Futebol e Regatas.

A estreia de Papetti (conforme reportagem da época) aconteceu no dia 31 de março de 1942, contra o America Football Club. Os “Diabos da Tijuca” venceram por 3x2. Naquele momento, o time ainda não contava com Bianchi, que, ao lado de Papetti e Castanheira, seria escolhido como parte do melhor meio-campo do Rio de Janeiro nos anos de 1942 e 1943.

O primeiro jogo oficial de Papetti ocorreu no dia 3 de maio de 1942, quando o São Cristóvão venceu o Canto do Rio Foot-Ball Club por 4x0. A equipe foi escalada da seguinte forma:

Oncinha;
Augusto e Mundinho;
Papetti, Dodô e Castanheira;
Santo Cristo, Salim, Alfredo, Magalhães e Nestor.



Estreia do Papetti pelo SCFR


O São Cristóvão de Futebol e Regatas teve campanhas épicas nos anos de 1942 e 1943 no Campeonato Carioca e, em 1943, conquistou o terceiro título mais importante de sua história: o Campeonato Municipal de 1943.

Papetti considerava o clube acolhedor; para ele, o time era uma família. Foi escolhido a revelação do Campeonato Carioca de 1942, e foram dois anos de muito brilho. A equipe contava com jogadores como Santo Cristo, Castanheira, entre outros, que formaram uma das melhores gerações da história do clube.

Mas ele sempre comentava que tinha um sonho: jogar pelo Botafogo de Futebol e Regatas, para onde se transferiu em 1944. Antes, fez uma excursão com o time dos Cadetes, na qual disputou seus últimos jogos pelo São Cristóvão, apresentando-se depois ao clube de General Severiano.

A diretoria tentou dificultar ao máximo sua saída, propondo aumento salarial, entre outras ofertas. Mas Papetti agradeceu por tudo e seguiu para o time alvinegro.

Certamente, por tudo o que construiu, Papetti está nos anais da história do clube. É mais do que justa esta homenagem a quem tanto realizou com a camisa do São Cristóvão.

CAPITULO 06- A GOLEADA

  CAPITULO 06 – UMA GOLEADA HISTÓRICA SÃO CRISTÓVÃO 8X2 SC BRASIL Estádio Figueira de Melo Data: 23/05/2026 Àrbitro: Heitor De Olive...