sábado, 5 de setembro de 2026

Campeonato Carioca 2026

São Cristóvão x Petrópolis 
Dia 05/09/2026
Estádio Ronaldo Nazario
Escalações 
SCFR.             Petrópolis
1 - ANDRÉ.     1- Luiz Felipe
2 - Caio.          2 - Rosalles 
3 - Reydson    3 - Rafael 
4 - Ruan          4 - Andrezão 
5 - Chaleco.    6 - Digão
6 - França        5 - Magé 
26 - Eberson    7 - Gregory
37 - Coutinho   8 - Juan 
21 - DG.             9 - Marcelinho
7 - Ricardinho.  10 - Luã Lucio
9 - JOEL.            15 - Beto

Substituições do São Cristóvão:
Entrou.                 Saiu
8 Berg.             37 Coutinho
10 Kelven.       21 DG
11 Carlinhos.  26 Eberson
22 Alan.           7 Ricardo
19 Antonio.     9 JOEL

1º Tempo

1'-10': Bola começa presa no meio-campo.
Falta perto da área para o São Cristóvão.

Eberson chuta na barreira.
Douglas Lima recebe falta perto do escanteio.
Ricardinho chuta para ótima defesa de Luiz Felipe.
Pressão do SCFR.
Petrópolis toca a bola, porém o Trovão pressiona com marcação alta.

Petrópolis chega sem perigo.
Douglas Lima chuta de fora da área, porém sem perigo.

Choque em lance de cabeça. Caio Felipe leva a pior e causa preocupação.
Levanta-se lentamente e está desorientado.

10'-20':
Cruzamento de Ruan. Ricardinho cabeceia, porém fraco.

Nos doze primeiros minutos, o São Cristóvão se comporta melhor.

Falta perigosa para o Petrópolis.
Bate direto, mas acerta a barreira.
Escanteio para o Petrópolis. A defesa faz o corte parcial e a arbitragem marca falta de ataque.

Petrópolis chega novamente, mas o chute sai fraco.

20'-30':
Petrópolis começa a chegar mais à área do São Cristóvão e está melhor na partida. Toca de pé em pé, dominando as ações.

São Cristóvão fica acuado e não consegue sair para o ataque.

Magé cobra falta do meio-campo e chuta direto, acertando a barreira.

Falta para o Petrópolis. Rosales cruza para a área, sem perigo.

RUAN LOPES FAZ FALTA E LEVA AMARELO!

Falta do lado esquerdo para o Petrópolis.
Beto bate, Marcelinho chuta sem perigo.

Petrópolis continua melhor na partida.

30'-40':
Quando o SCFR chega ao ataque, rapidamente o Petrópolis retoma a posse.

Magé cai sentindo a perna direita.
É substituído por Pedrinho (nº 16) aos 32'.

Ruan, do Petrópolis, dá um grande passe para Beto, que não consegue dominar.

Apesar de o Petrópolis estar melhor, o jogo está morno.

Depois de ficar parado, o São Cristóvão começa a controlar mais o meio-campo.

Douglas Lima luta pela bola e sofre falta na região do escanteio.

Caio Felipe cruza, e a zaga afasta.

Contra-ataque perdido pelo Petrópolis.

40' + acréscimos:
Falta para o Petrópolis.
Rosales cruza, mas a arbitragem marca falta de ataque.

O jogo fica morno. O ajuste do treinador do São Cristóvão conserta o buraco no meio-campo.

Chute perigoso de Caio Felipe. Grande defesa de Luiz Felipe.

Coutinho recebe cartão amarelo por falta.

Pedrinho faz falta em Taleco. Taleco faz uma boa jogada, sendo parado com falta, e Pedrinho é advertido com o amarelo.

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2º Tempo

0'-10':
Petrópolis começa no ataque.

Digão avança pelo meio-campo, porém cruza mal.

Petrópolis volta melhor, pelo menos nos cinco primeiros minutos.

O jogo está morno, parecido com o primeiro tempo, com domínio do Petrópolis.

Marcelinho pega a bola na linha de fundo, tenta driblar e passar pela defesa, mas o chute é bloqueado pela zaga.

SCFR joga mal e pouco chega ao ataque. Quando chega, não resulta em nada.

10'-20':
A equipe do Trovão erra muitos passes. Falta entrosamento.

Luã chuta de longe para defesa de André!

Coutinho desaba e é substituído, sentindo a coxa direita.

O goleiro do Petrópolis corta a bola e cai de mal jeito, sentindo muita dor.

Petrópolis aproveita para fazer as substituições.

A partida fica mais equilibrada, presa no meio-campo.

Berg recebe a bola de Kelvin, que chuta mal.

20'-30':
Canela, atacante do Petrópolis, chega com perigo e consegue escanteio.

As substituições não surtem o efeito desejado. O jogo segue com poucas chances e muito preso no meio-campo, com baixo nível técnico.

Kelvin ajeita a bola para Eberson, que chuta para fora.

São Cristóvão continua errando muitos passes.

Taleco chuta de fora da área, com desvio. Escanteio para o Trovão.

O MEIO-CAMPO do time do Bairro Imperial está com muito espaço. Os jogadores não se conectam. A equipe sente a falta de entrosamento.

ALLAN parte para cima e sofre falta. Walney, do Petrópolis, recebe cartão amarelo.

Cruzamento de Carlinhos, e a zaga do Petrópolis afasta a bola.

O jogo fica muito equilibrado, com poucas chances para ambos.

O Petrópolis, quando chega, é mais perigoso. O São Cristóvão erra muitos passes e, nitidamente, está sem entrosamento.

40' + acréscimos:
Walney bate direto: gol do Petrópolis, que é anulado devido a um empurrão de André Santos em cima de Eber Reydson. A arbitragem é perfeita.

São Cristóvão dá muito espaço para o Petrópolis jogar.

No segundo tempo, o nível técnico cai muito. As equipes, desentrosadas, sem muita inspiração e com baixo nível técnico, pouco produzem.

O empate acaba sendo justo pelo que é apresentado no jogo.

Mas o Petrópolis é melhor em boa parte da partida, e o SCFR não sabe se impor em sua casa.

Agora é buscar os três pontos fora de casa na segunda rodada.


Elenco 2026

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

JOGO 11- SÃO CRISTOVÃO 4X2 FLUMINENSE

 O CONFRONTO DA VINGANÇA. 



SÃO CRISTÓVÃO 4 X 2 FLUMINENSE

ESTÁDIO FIGUEIRA DE MELO

ÁRBITRO: Heitor de Oliveira – Vila Isabel

04/07/1930

ESCALAÇÕES:

SÃO CRISTÓVÃO: Paulino; Póvoa (Doca) e Zé Luiz; Julinho, Henrique e Alberto; Oswaldo, Jaburu, Vicente, Arthur e Theóphilo.

FLUMINENSE: Ramos; Paulo e Hebraico; Antonico, Nascimento e Fortes; Ripper, Lagarto, Alfredo, Preguinho e Mauro Costa.

GOLS: Vicente (3x) e Doca.

O jogo mais esperado da rodada. A imprensa estava empolgada com o encontro dos times. Para o São Cristóvão, era uma partida crucial e com um sentimento de vingança, já que, no primeiro turno, apesar de ter perdido por 6x2, o sentimento de injustiça era enorme, já que o time foi prejudicado pela arbitragem. E a situação era a seguinte: até o presente momento, ambas as equipes tinham oito vitórias e um empate e dividiam a liderança, com o Vasco logo atrás.

A vitória seria importante para o time do Bairro Imperial se isolar na liderança. O jogo foi dividido em um ótimo nível técnico no primeiro tempo e de domínio físico na segunda etapa, já que a técnica caiu. Durante o jogo, o São Cristóvão mostrou por que a equipe era melhor na parte física e se equilibrava na parte técnica, mais uma vez surpreendendo o Fluminense, até então favorito.

O jornal O Globo mostrou que o São Cristóvão era uma “máquina”, um time com vontade de cumprir a missão, que era a vitória e o título. Como sempre, o meio de campo do São Cristóvão, muito pela figura do Julinho, foi um dos melhores, mas os jornais destacavam o conjunto inteiro, que não tinha jogador mal ou irregular.

O ataque foi perfeito e acabou que Póvoa foi substituído por Doca.

O mesmo Doca que iria jogar a Copa do Mundo de 1930 e que foi campeão carioca de basquete, na verdade, bicampeão carioca (1929 e 1930).

Apesar de momentos de equilíbrio, em boa parte do jogo os Cadetes foram superiores. O único jogador que esteve um pouco abaixo do seu normal foi Alberto. Vale destacar que ambas as equipes se comportaram como perfeitos cavaleiros, sem jogo sujo ou violento.

Quando a partida foi encerrada, a torcida, em êxtase total, invadiu o campo para comemorar. A polícia teve que intervir, e os jogadores demoraram 15 minutos para sair do campo, tamanho era o tamanho da festa.




Ainda teria o jogo contra o Vasco e o Flamengo, mas certamente o São Cristóvão era o maior candidato ao título.

O próximo jogo seria contra o Vasco, e o time cruz-maltino colocaria água no nosso chope.


terça-feira, 1 de setembro de 2026

O BASQUETE CAMPEÃO

 SÃO CRISTÓVÃO É BI CAMPEÃO DE BASQUETE DO RIO DE JANEIRO. 


SÃO CRISTÓVÃO: CAMPEÃO DE TERRA, MAR e QUADRA.

Não pensas que o São Cristóvão é campeão de terra e mar! O time do bairro suburbano também construiu sua tradição nas quadras de vôlei e basquete. Nos primórdios desses esportes, o clube escreveu uma história de domínio, principalmente no vôlei, modalidade em que conquistou os cinco primeiros anos do Campeonato Carioca. Mas hoje iremos falar do basquete do clube.

A primeira conquista nas quadras daquele novo esporte aconteceu em 1927, quando a equipe conquistou a Segundona Carioca. A maior honraria, porém, viria em 1929 e 1930, com os dois títulos cariocas consecutivos. Em 1931, o São Cristóvão ainda seria vice-campeão.

A equipe contava, inclusive, com jogadores que também atuavam no time de futebol de campo. Além disso, tivemos atletas do clube convocados para o Campeonato Sul-Americano de Basquete, disputado pela primeira vez em 1930. Dois jogadores foram chamados para um período de treinamentos, mas acabaram dispensados antes da competição.

No final deste texto, vamos conhecer a campanha do Brasil no Sul-Americano, que terminou com o terceiro lugar, além dos jogadores convocados.

O basquete era disputado no Rio de Janeiro desde 1924, e o São Cristóvão, desde o começo, mantinha essa e outras modalidades em seus quadros, mostrando que o clube já possuía uma forte característica poliesportiva. Os campeonatos de 1929 e 1930 foram organizados pela AMEA.

O PRIMEIRO TÍTULO: UMA VERDADEIRA ZEBRA

O título de 1929 foi uma verdadeira "zebra". Ao contrário de 1930, naquele ano o São Cristóvão tinha uma boa equipe, mas estava longe de ser apontado como um dos favoritos ao título.

O grande bicho-papão era o Fluminense, que até então já havia conquistado quatro títulos cariocas e um título do SC Brasil. Depois do Fluminense, Vasco e Flamengo também eram considerados fortes candidatos ao campeonato. Os demais clubes apareciam como participantes com menores chances de conquistar a competição.

Mas, logo no primeiro jogo, os Cadetes mostraram a que vieram: venceram o Flamengo e deram o primeiro aviso de que poderiam surpreender.

O primeiro turno foi perfeito. Em sete jogos, foram sete vitórias, incluindo um triunfo sobre o Vasco e uma vitória avassaladora diante do favorito Fluminense.

No segundo turno, porém, vieram três derrotas, contra Flamengo, América e Vasco. Mas, diante do grande favorito, o Fluminense, o São Cristóvão voltou a vencer.

Os Cadetes simplesmente não tomaram conhecimento do Fluminense e, com uma campanha surpreendente, conquistaram o Campeonato Carioca de Basquete de 1929.

PLACARES:
1º TURNO 
9X7 FLAMENGO 
23X16 AMÉRICA 
30X17 BOTAFOGO 
21X12 VASCO 
34X19 FLUMINENSE 
28X19 BRASIL 
28X9 VILA ISABEL 

2º TURNO 
13X19 FLAMENGO
14X20 AMÉRICA 
26X8 BOTAFOGO 
14X28 VASCO 
22X11 FLUMINENSE 
31X15 BRASIL 
25X13 VILA ISABEL 






1930: O BICAMPEONATO DOS CADETES

Já em 1930, o cenário foi bem diferente. Mantendo praticamente a mesma equipe, o São Cristóvão entrou no campeonato como favorito, segundo a imprensa da época. A equipe era impressionante, e seus jogadores já eram cotados para integrar a Seleção Brasileira de basquete.

E havia ainda uma curiosidade que mostra como aqueles atletas transitavam por diferentes modalidades esportivas. Um dos jogadores do basquete do São Cristóvão, Doca, foi convocado para integrar o período de treinamentos da Seleção Brasileira que disputaria a Copa do Mundo de 1930, no Uruguai. O jogador chegou a viajar com a delegação brasileira para a competição.

Nas quadras, enquanto isso, os jornais celebravam as vitórias dos Cadetes. Muito entrosada, a equipe fez uma campanha ainda melhor do que a do ano anterior. A disputa pelo título novamente ficou concentrada entre São Cristóvão e Flamengo.

E, mais uma vez, o São Cristóvão mostrou sua força diante dos gigantes. Os Cadetes tiveram apenas uma derrota durante a campanha, justamente para o Flamengo, no segundo turno. O tropeço, porém, não foi suficiente para tirar a equipe da briga pelo campeonato.

O título foi disputado ponto a ponto e chegou à rodada decisiva. No jogo final, o São Cristóvão precisava vencer o América para confirmar a conquista. E foi exatamente o que aconteceu.

Os Cadetes venceram o América e levantaram novamente a taça.

São Cristóvão bicampeão carioca de basquete em 1930.

Depois de conquistar o primeiro título em 1929, o clube repetia a façanha e consolidava seu domínio nas primeiras temporadas do basquete carioca. Dois campeonatos, duas conquistas e uma equipe que já começava a escrever seu nome entre as grandes forças esportivas do Rio de Janeiro.

PLACARES:

1º TURNO 

24X18 FLAMENGO 

20X16 FLUMINENSE

18X10 VASCO 

40X21 BOTAFOGO 

30X17 BRASIL 

37X18 VILA ISABEL 

25X20 AMÉRICA 


2º TURNO 

9X13 FLAMENGO 

28X13 FLUMINENSE 

19X16 VASCO 

27X16 BOTAFOGO 

14X11 BRASIL 

22X13 VILA ISABEL 

24X16 AMÉRICA  




Gilberto de Almeida Rego 

Jurandu Cícero 

Alfredo de Almeida Rego(Doca)


Os atlecas campeões
  1. Doca- Alfredo de Almeida Rego 
  2. Ary de Almeida Rego 
  3. Fausto Capanema 
  4. Gilberto de Almeida Rego 
  5. Jurandir Cícero de Miranda 
  6. Sylvio Hoffman 
  7. Arthur dos Santos( Baianinho)
  8. Claudionor
  9. Murilo 
  10. Norival 
  11.  


SULAMERICANO DE 1930 


BASQUETE MASCULINO — PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO DO BRASIL EM CAMPEONATOS SUL-AMERICANOS

Primeira participação: 1º Campeonato Sul-Americano de Basquete
Ano: 1930
Local: Uruguai

O Brasil participou pela primeira vez de um Campeonato Sul-Americano de Basquete em 1930, no Uruguai. A competição contou com quatro seleções.

Classificação final

🥇 Campeão: Uruguai
🥈 Vice-campeã: Argentina
🥉 3º lugar: Brasil
4º lugar: Chile

Campanha do Brasil

  • 🇺🇾 Brasil 15 x 39 Uruguai

  • 🇨🇱 Brasil 19 x 13 Chile

  • 🇦🇷 Brasil 11 x 18 Argentina

  • 🇺🇾 Brasil 11 x 33 Uruguai

  • 🇨🇱 Brasil 16 x 14 Chile

  • 🇦🇷 Brasil 17 x 31 Argentina

A equipe brasileira

Jogadores:
Affonso Segreto, Américo Souza Lima, Antônio Maciel, Augusto Amorim Jr., Francisco Santiago, Hermann Dutra, Jácomo Montá, Lauro Soares, Nelson Monteiro e Waldemar Gonçalves.

Técnico: Fred Charles Brown
Cestinha do Brasil: Lauro Soares — 28 pontos

A participação de 1930 marcou o início da trajetória internacional do basquete masculino brasileiro nos Campeonatos Sul-Americanos.





Rodada 02

NOVA CIDADE X SÃO CRISTÓVÃO.  Chegamos à segunda rodada da Série B1 Carioca e, jogando fora de casa, o São Cristóvão ficou apena...